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riscos_e_rabiscos

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Domingo

 

Mais um dia que faz prever a chegada do Inverno e convida à nostalgia.

Acordei com vários pensamentos nostálgicos que bem podem servir de mote para alguns posts, por isso não os vou revelar aqui e agora. :P

 

Foi um domingo de aparente calmaria. Estive de volta da preparação das minhas aulas para a semana – que é mais curta, hooray! – e a fazer alguns materiais. Para variar estive sozinha o dia inteiro. Sozinha, não. Com o Bóbi. É ele que me faz muita companhia.

Andei na brincadeira com ele. Ficou todo maluquito, como sempre. Desatou a correr por cima de tudo e à procura de alguma meia, lenço, camisola, boné, etc. que pudesse roubar. De repente, resolve dar uma salto para cima da minha cama, só que encontrou um obstáculo pela frente: EU!

Sabem o que é levar com um cão de trinta kilos em cima da vossa cara e do vosso peito?! Eu pensei que ele me tinha partido o ombro…LOL!

 

E foi assim este domingo. Chuvoso, calmo, rotineiro e solitário…

 

September Rain

 

Ai que saudades de um belo dia passado em casa a ouvir a chuva cair lá fora!

Hoje foi um dia de produção zero, ou seja, não fiz absolutamente nada. E também não convinha muito, como explicarei adiante.

 

Alguém aventa uma hipótese de como iniciei o meu dia? Hã? Parece que ouvi qualquer coisinha lá ao fundo… Isso mesmo! Fui fazer o penso. Lindos meninos!

Mas nem vos digo como é que acordei… Foi atchim pra cima e pra baixo e atchim pra todos os lados. E de uma maneira como há muito não acontecia.

Agarrei o nebulizador e dei-lhe duas snifadelas com cada narina. E os meus olhos? Estavam na última: ultra-vermelhos e chorosos. Parecia que estava com uma grande pedrada. Ou então que tinha saído de algum filme de terror…

Foi vestir a correr para sair de casa o mais depressa possível. Tem que ser assim quando estou neste grau de alergia. Tenho que apanhar ar “puro”.

 

Fui tomar o pequeno-almoço ao café da Dona A. e comi o que é da praxe: um descafé e uma coxinha de galinha. Até isto vai acabar em breve. :(

Encontrei lá a minha priminha B. que foi comer o adorado rolinho de carne.

A seguir fui à farmácia comprar droga. Sim, é verdade. Um anti-histamínico diferente, umas gotas para os olhos e uns supositórios para as cólicas renais da mãe., que disse que ia imediatamente tomar um. A farmacêutica respondeu-lhe que ali no meio da farmácia não dava muito jeito e eu concordei e disse que só se fosse com um copinho de água… LOL!

 

Cheguei ao centro de saúde, tinha 5 pessoas à frente. Onze e meia… pode ser que ao meio-dia esteja despachada, pensei eu. Sentei-me e observei a sala para descobrir os possíveis “pensódependentes” como eu. Nada. O top ten hoje foram os aerossóis.

Acreditam que eu só fui chamada ao meio-dia e meia?! Uma hora para atender C-I-N-C-O pessoas… Mas ao menos o penso ficou 5 estrelas, bem feitinho.

 

Cheguei a casa, almocei e não fiz nada em todo o dia. “Porque é que não fizeste nada”, perguntam vocês. Porque quando estou com estes atchins todos, o melhor a fazer é ficar sugadita sem me mexer e sem mexer em nada. Ao mínimo movimento lá voltam os atchins outra vez. Assim, aproveitei para “papar” as porcarias da TV e ouvir a chuva intensa a cair lá fora…

 

 

Tarde de Chuva

 

Repentina de improviso.

Antes da hora marcada,

Sem licença nem aviso,

Chega a chuva viajada.

 

Já foi mar que já foi rio,

Chegado à foz da nascente,

Já foi neve em dia frio,

Já foi nuvem, já foi gente.

 

Vejo-a da minha janela,

São tantas as formas da água,

Olho-a hoje, julgo-a bela,

Já foi lágrimas de mágoa!

 

(Desconheço o autor)

 

 

(A minha cidadezinha esteve toda a tarde sob chuva intensa. Por esse motivo, apeteceu-me postar este poema que um dia me foi enviado para o mail.)

 

 

A Vida a Correr

Último dia da semana e mais um dia de correrias malucas.

Acordei cedíssimo pois tive de ir fazer o penso antes de ir ao hospital. E isto para me precaver de surpresas.

Foi num instante e o enfermeiro R. ainda gozou comigo por eu estar ali tão cedo. Já vos disse que o meu buraquinho e eu já somos mais conhecidos no centro de saúde que o Papa em Roma, não já?

Só mais uma coisinha… o penso ficou tão bem feito que caiu logo a compressa de inadine durante a manhã. Tou feita com estas enfermeiras!

 

Apanhei o bus até ao hospital e fui à procura da Dra. W. Indicaram-me qual era o gabinete dela e fui especar-me à porta. Dez para as dez. Ela ainda não tinha chegado e nem estava mais nenhum doente ali. Comecei a pensar se não me teriam enfiado o barrete. Dei o benefício da dúvida. Dez e um quarto. Nada. Chegou um lutador-de-sumo que andava louco à procura do gabinete da médica. Perguntou às auxiliares todas pelo gabinete. Eu disse-lhe que o gabinete era aquele mas ele parecia um toiro enraivecido e não me ouviu… Ou será que falei muito baixinho?

 

A médica chegou era um quarto para as onze. “Ataquei-a” logo! Expliquei-lhe a situação mas ela tinha “milhentas pessoas” (palavras dela) e não tinha tempo para me ver. Ainda me perguntou se eu queria que me visse a loca. Eu expliquei que já tinha ido fazer penso e que ela já estava muito pequena. Acabou por não me ver. Estão a ver porque é que eu me precavi? O meu sexto sentido é muito forte e eu as coisas. Bom, a médica passou-me um papelinho para eu marcar consulta para dia 12.

 

Fui tirar a senha, como é prática corrente, e fui sentar-me preparada para uma grande seca novamente. Desta vez não facilitei, e nem confiei em ninguém para marcação de consulta. Sequei durante quarenta-e-cinco-minutos!!! Mas sai de lá com a consulta marcada… vamos lá ver se não terei de ir ter com a médica antes.

 

Mais um contratempo escolar. Um puto do 1º ano que até agora nem se tinha notado que existia. Hoje armou-se ao pingarelho e desatou a fazer e a dizer o que lhe apeteceu. Avisei-o uma, avisei-o duas, avisei-o três. À quarta mandei-o levantar-se para vir ficar de castigo, em pé junto ao quadro. RECUSOU-SE!!! A minha alma está parva… Nunca um marmanjo dos grandes se atreveu a não cumprir uma “ordem” minha e agora estes pirralhos já têm a mania que são gente?! Fui buscá-lo para junto do quadro. Desatou a chorar, fingidamente, para perturbar ainda mais a aula. “Ai é assim?”, pensei eu com os meus botões. Peguei no puto, pu-lo lá fora à porta da sala e disse-lhe: “Quando acabares de chorar tudo, voltas novamente para a sala”. Remédio santo. Parou de chorar em 10 segundos. Passados 5 minutos, regressou à sala mas continuou o castigo de pé ao lado do quadro. Ficou sem fazer a actividade que eu tinha levado para a aula e fiz-lhe o aviso que aquela tinha sido a última vez que se tinha portado assim na minha aula pois se tentasse novamente ia para o Dr. J.R. e levava um recado para casa. Estes putos extravasam cá com uma pinta… Lamento, mas insolência e falta de respeito não admito. E eu sou muito “softzinha”. Se fosse os profes titulares tinha sido muitíssimo pior. Enfim, mais um espinho.

 

Todos me dizem que eu ando com um ar muito abatido e que não estou bem… I wonder why?! :/

Procura-se!

 

Como sei que andam cheios de stress e precisam de uma entretenga anti-stress, convido-vos a visitar este site e tentar fazer um retrato robot de vocês mesmos.

Aquele que conseguir fazer um retrato parecido consigo mesmo ganha um prémio (que ainda teremos de ver o que será... :P).

Faxavor de me dar feedback depois das vossas obras-primas!!! :)

Experimentem aqui:

 

http://flashface.ctapt.de/

Nunca Mais Me Livro Disto...

 

Acordei a sentir-me como se não tivesse pregado olho. De tal maneira que até me doíam os olhos. Sair de manhã para ir fazer o penso foi doloroso.

Não me sinto bem nem física nem psicologicamente. Cheguei do penso e estiracei-me na cama. Teve que ser. É uma espécie de cansaço muito estranho. E hoje com a agravante da sensibilidade dos olhos que me ardiam e custavam a manter abertos.

 

Depois de almoço voltei a sair de casa. Fui pagar as minhas obrigações sociais e aproveitei para dar uma mini-volta pela minha cidade. Mas foi mesmo mini.

Aproveitei para ir à minha loja de vernizes preferida para abastecer o meu stock. Vocês não sabem mas eu sou muito comichosa com as minhas mãos e as minhas unhas. Acho que as mãos são um cartão de apresentação e se elas não estiverem como eu gosto, escondo-as.

Depois passei pela minha sapataria preferida - que está em saldos - mas nem sequer entrei.

Deparei-me com a Feira do Livro que faz parte das festividades aqui da minha cidade. Como estou lisa, foi passar a correr por apenas uma parte da feira, aquela que fazia parte do meu caminho. Ainda parei em 2 ou 3 stands mas sumi dali rapidamente. Os livros merecem mais atenção da minha parte.

Se tiver coragem, talvez dê uma voltinha por lá no fim-de-semana.

 

Apanhei o bus e vim directa dar explicação na minha casa à minha explicanda R. Ainda não deu nada mas como é uma aluna de altas notas, já anda toda preocupada. Para a semana há mais.

 

Ah, e já agora, gostaria de saber porque é que toda a gente, ainda por cima nesta altura, resolveu mandar-me mails e SMS daquelas que, se não reenviarmos, temos não sei quantos anos de azar? Quem me conhece pessoalmente sabe muito bem que sorte é coisa que não tenho. Basta de agoiros, não? Se acreditam nestas coisas e acham que mereço que me enviem estas coisas para a sorte me fugir ainda mais, enviem mas ficam já a saber que eu não reenvio pois não desejo mal a ninguém. Por isso, a falta de sorte fica aqui comigo.

 

Amanhã vai ser um dia super complicado. Nem me apetece que chegue. Vou voltar à seca do hospital mas depois conto o que se passou, num hospital que Portugal inteiro diz mal… Alguém já adivinhou qual é?

 

P.S. - Um obrigado a todos os amigos que têm passado por aqui e me têm deixado algumas palavras de ânimo. Sinceramente, do fundo do coração! :)

 

Há Dias Em Que Não Devíamos Sair De Casa

Há dias em que não devíamos por um pé fora de casa e hoje é um deles. Continuo imprópria para consumo. Não me apetece nada. Só me apetece ficar fechada em casa e chorar… mas nem sei porquê.

 

Fui fazer o penso e apanhei a mesma enfermeira de ontem. Fez-me, novamente, um penso às 3 pancadas e, ainda por cima, tive direito a um bónus extra. A compressa que tapa a loca tem de levar uma compressa a tapar para proteger com adesivos nas pontas. Ela hoje achou que o adesivo era muito grande e resolveu cortar. Mas o pior é que não cortou só o adesivo. Ela descolou um pouco, pegou na tesoura e… zás… ia-me dando um traço na pele. Só não me cortou um bocado por milagre. Foi de raspão.

 

Até a porcaria do bus que me leva pra escola não me quis levar. Perdi-o mesmo. Tive de apanhar o seguinte e cheguei mesmo em cima da hora. Detesto quando isto acontece.

Assim que cheguei ao colégio, a S. disse-me que amanhã iria haver uma reunião com os encarregados de educação para nos conhecermos. Adorei ter sido avisada em cima da hora. Já combinei explicações para amanhã e não me apetecia desmarcá-las e, além disso, o meu estado não é o melhor para estas coisas neste momento. Não me apetece meter a máscara de pessoa feliz e nem me apetece sorrisos falsos e muito menos me apetece falar com alguém.

 

Os putos de 2 turmas estavam insuportáveis hoje. Não sei o que se passou, mas apanhei-os depois da aula de música com a brutamontes e ela também disse que se tinham portado muito mal nas aulas dela.

A brutamontes voltou a fazer das suas. Castigou uma aluna, deixando-a sem intervalo. Até aqui tudo bem se não interferisse com o lanche da miúda (que não comeu) nem com a minha aula (que ela perdeu um bocado). Fico possessa. Então aquela besta não sabe que as crianças têm de comer e ir ao wc? Então não sabe que as AECs são uma sobrecarga muito grande para os putos e que eles precisam de fazer uma pausazinha, nem que seja só para esticar as pernas? Pelos vistos, não. As crianças não podem ficar sem lanche ou ir ao wc. :/

 

Adorava ter ido ver o concerto dos “The Police” aqui em Lisboa. Para mim é um daqueles grupos de referência, e que eu conheci já nem sei que idade tinha. Mas, infelizmente, não tenho ninguém que me faça companhia para ir a estas coisas e também ninguém me convida.  Nem já os amigos se lembram de mim… Tenho a nítida sensação que têm vergonha de andar comigo. Um dia conto porquê...

Remar Contra a Maré

 

Fui ao hospital para falar com a médica que me tem acompanhado na cirurgia. A loca tem que ser vista novamente e alem disso, há o problema da marcação da suposta consulta.

Entrei, fui à procura do gabinete com o nome dela. Nada. Nem nome, nem médica. Não estava a dar consulta.

Fui expor o meu caso a uma auxiliar que estava à entrada e que depreendo que ali estava para ajudar as pessoas. Não sei. Ela reencaminhou-me para o balcão da recepção. Expus novamente o meu caso. Mandaram-se ir tirar uma senha para o guichet das informações. Mais uma exposição do meu caso. Verificaram no computador se tinha alguma consulta marcada. Mais uma vez, nada. Mandaram-me ir à secretaria da cirurgia. Nova exposição do caso. Nova consulta ao computador e, mais uma vez, nada. Disseram-me para voltar lá sexta-feira pois ela irá dar consulta. Será?

 

Sai do hospital e fui directamente ao centro de saúde fazer o penso. Hoje foi uma nova que fez praqui uma porcaria qualquer. Umas são tão jeitosinhas e outras são tão trapalhonazinhas…

 

Hoje não foi dia de aulas e nem foi dia de nada. Senti-me doente todo o dia, por isso, não fiz nada e estive a vegetar em cima da minha cama…

 

Estou farta que o meu irmão não compreenda que o Bóbi não é uma pessoa e não compreende as consequências dos seus actos. O meu irmão bate ao cão por asneiras que o bicho faz e cuja culpa é dele, que o pôs maluco a correr de um lado para o outro.

Claro que eu salto logo em defesa do cão o que gera, imediatamente, uma enorme discussão em que vem tudo defender o menino. Eu é que sou sempre a má e eu é que tenho sempre a culpa de tudo. Ele grita comigo e eu é que tenho de me rebaixar a ele?! Estas cenas acabam comigo…

Fiz um pacto de silêncio: até amanhã não ouvem mais a minha voz aqui em casa.

 

Haja Paciência e Comprimidos Pra Dor de Cabeça

 

(Autoria do N.)

 

Esta noite tive uma visita surpresa: a da minha alergia. Apanhou-me a dormir profundamente, infiltrou-se pelo meu nariz acima e começou o funganço… Acabei com o maço de lenços e só depois tive coragem de me arrancar do meu sono e da minha cama para ir tomar um anti-histamínico.

 

Acordei cheia de dores de cabeça. Não sei se da alergia, se da moca do anti-histamínico, se do tempo ou se das dores da coluna. Ufa!

Mal podia manter os olhos abertos. Mas tinha de ir fazer o penso como todos os dias… Não podia ficar nem mais um minutinho na cama. Emborquei um comprimido para as dores de cabeça e lá fui eu.

Desci a rua tipo zombie. Não via nada nem ninguém. E depois parece que todas as pessoas conhecidas saíram à rua naquela altura. Quanto mais desejava paz e sossego, mais pessoas me apareciam à frente para cumprimentar. Que cena, meu!

 

Como não consegui tomar o pequeno-almoço em casa porque o estômago estava às voltas, fui ao Feira Nova tomar o belo (des)café Jeronymo e um pastel de nata. Encontrei a Dona I. que me disse que o Herman (o cão) tinha morrido com um tumor. Esteve internado e não resistiu. Fiquei tão triste… Quando pedi o meu café, quase nem conseguia falar pois tinha a voz embargada pelo nó que se formou na minha garganta. Fiquei ali a morder o lábio inferior para não me cair uma lágrima. Já sabem que sou um coração de manteiga e ainda mais quando toca a animais…

 

Hoje saiu a sorte grande a um aluno meu. Teve direito a passar uma aulinha inteira em pé a olhar para a parede. Sabem porquê? Eu explico: desde a primeira aula que não cumpre qualquer regra da sala de aula. Fala quando lhe apetece, baloiça na cadeira, não trabalha, distrai-se a olhar para os outros sempre que é altura de trabalhar e quando fazemos uma pergunta a outro aluno para avaliar… pimba!... responde ELE! Atingiu o limite hoje. Mandei-o calar 500 vezes em português e em inglês. Quando os alunos estão a fazer barulho e quero que olhem para mim, começo a dizer “one, two, three, look at me” e eles param. Então não é que o raio do puto desata a contar “four, five, six…” por aí afora? E eu a mandá-lo calar. E ele a continuar a contar. E eu mandava-o calar e ele a contar. Depois já contava em português pois já não sabia mais em inglês. Parecia que tinha entrado em transe e aquilo era uma reza. Nunca na minha vida me tinha acontecido uma coisa destas! Assim que a aula acaba, encontro a prof. titular deles e contei o sucedido. Ao que parece ela vê-se aflita com ele. Não consegue fazer nada dele e vai convocar uma reunião para falar com os pais. Atenção que este puto é do 2º ano…!!!

 

Porque é que hoje tinha de ser segunda-feira? Segunda-feira não podia ser amanhã? É que a minha semana começou tão avariadinha…

 

A Coffee, Please!

Domingo. Dia do N. ir para baixo. Últimas arrumações em casa, fechar tudo e trancar a porta a sete chaves. Regresso ao lar paterno (e às suas confusões).

 

Estou com a cabeça feita num oito. Até já tenho os olhos em bico… não tarda nada estou a falar chinês também.

Tenho estado a tarde inteira a ver testes diagnósticos. Confirmou-se o que eu mais temia: os-putos-não-sabem-nada! Glup! Trabalho a quadriplicar para a Pessoinha…

 

Nem saí de casa para ir tomar uma café de jeito. Só mesmo daqueles pacotinhos para fazer em casa.

Café? LOL! Grande piada! Uma das coisas que a Pessoinha mais gostava na vida era de um cafezinho… ERA um cafezinho… de todas as maneiras e feitios, com ou sem açúcar, com ou sem leite, com ou sem natas e por aí afora. Agora só descafezinho. Chuif!

Eu explico porquê: os meus alunos do ano passado eram bastante mauzinhos em termos de comportamento, a directora da escola quando lá estava era só para marcar presença e ganhar uns trocos para alimentar o seu bruta Mercedes último modelo e as condições de trabalho… não eram! Não havia sequer as condições mínimas. Uma pessoa queria trabalhar e fazer alguma coisa de jeito e não podia. Estas situações todas acabam com os nervos de qualquer um, né? Como é que se pode fazer omeletes sem ovos? E foi assim que arranjei uma hipertensão de origem nervosa, tendo que tomar 2 comprimidos por dia e nada de café ou sal na comida. Por isso tenho que me vingar nos doces… :PPP

 

Ando a ficar muito preocupada com a minha mãe. Então não é que mandou um espalhanço que desceu um lance de escadas com o traseiro? Ela nem sabe como aquilo aconteceu. Resultado: anda aflita da coluna e está toda magoada.

Só lhe têm acontecido coisas do arco-da-velha.

 

Esqueci-me de partilhar convosco uma coisa: sabem a minha ”cratera”? A enfermeira disse-me que está muito bem e bem mais pequena e que, brevemente, já não daria para colocar a compressa de inadine lá dentro. Ficava dispensada do penso e bastava só lavar isto com betadine. WEEEEEEE!!!

 

Bom, se calhar já chega por hoje, não? Já têm muita coisinha para ler e para comentar… Entretenham-se! :)

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